“Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. *Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o bom que todo mundo tem. Relaxa, respira, *se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.”

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— Meu nome é Hazel. O Augustus Waters foi o grande amor estrela-cruzada da minha vida. Nossa história de amor foi épica, e não serei capaz de falar mais de uma frase sobre isso sem me afogar numa poça de lágrimas. O Gus sabia. O Gus sabe. Não vou falar da nossa história de amor pra vocês porque, como todas as histórias de amor de verdade, ela vai morrer com a gente, como deve ser. Eu tinha a expectativa de que ele é quem estaria fazendo meu elogio fúnebre, porque não há ninguém que eu quisesse tanto que…— Comecei a chorar. — Tá, como não chorar. Como é que eu…Tá.
Respirei fundo algumas vezes e retomei a leitura.
— Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.
A Culpa é das Estrelas     (via cogitador)

(Source: s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r, via matei-meu-primeiro-amor)


Posted on 22 July 2014 - 43,317 notes | reblog
Eu não preciso de muita coisa. Para ser sincera, ultimamente só preciso de um abraço bem forte, daqueles que protege, que te faz sentir segura.
Fernanda Gomes. (via inverbos)

(via inverbos)


Posted on 21 July 2014 - 108,154 notes | reblog
O amor mesmo é livre, traz uma mistura de gostos. Vez ou outra é salgado, volta e meia é doce, muitas vezes é ácido. Mas ele precisa ser saboreado, sentido com a boca cheia e viva.
Clarissa Corrêa. (via inverbos)

(via inverbos)


Posted on 21 July 2014 - 12,217 notes | reblog
Mulher é foda mesmo. Têm todos os motivos do mundo pra mandar o filho da puta sumir, e acaba respondendo o sms que não era pra responder, atende o telefonema que não era pra atender, e acaba indo pra casa de quem não era pra ir. E depois de tudo ainda fala: “Dessa vez é serio, não vou mais ficar com ele.
Tati Bernardi.      (via 4dezembro)

(Source: nobroke, via 4dezembro)


Posted on 21 July 2014 - 36,951 notes | reblog
Posted on 21 July 2014 - 176,948 notes | reblog

(Source: c-h-4-n-g-e-s, via solpositivo)

Posted on 21 July 2014 - 7,955 notes | reblog
A gente entende que saudade, além de não se traduzir, também não se cobra. Que presença e importância não se impõe.
Tati Bernardi.  (via 4dezembro)

(Source: melhorescoisas, via 4dezembro)


Posted on 21 July 2014 - 31,684 notes | reblog
Eu não queria me apaixonar, não mesmo. Mas, em algum momento você sorriu, e, puta merda, estragou tudo.
Guilherme.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(via 1ndelicada)


Posted on 21 July 2014 - 63,331 notes | reblog
Te guardei onde ninguém vai tirar.
LS Jack.  (via nobroke)

(Source: criticou, via nobroke)


Posted on 21 July 2014 - 14,478 notes | reblog

(via seex)

Posted on 21 July 2014 - 7,156 notes | reblog